DIA 8 DE SETEMBRO

 

Hércules

Hércules (Ansiedade,expetativa e tesão, 2015).13435474_1124611660895244_4095936194128274709_n

Quarteto vai mexendo com sonoridades aéreas, por vezes inconclusivas devido à natureza experimental das suas faixas ao qual apelidaram de “Bedroom Pop”.  Faixas mal gravadas no entanto captando a doçura e teatralidade sonora de MGMT ou a subtileza e os vocais angelicais de Kevin Parker.

 

Odyssey os Argonautas

Odyssey os Argonautas (Odyssey os Argonautas, 2016).416796_10150567740323614_177378613_n

Teclista de Hércules aventura-se em sonoridades temáticas que remetem aos tempos da mitologia grega, todas essas experimentações e variações foram ouvidas no muito aclamado homónimo lançado há uns meses que só o tornam num dos artistas mais interessantes do ano. 

 

Mighty Sands

Mighty Sands (Big Pink, Spring Toast Records 2016).13139301_827204724079864_3277131391381953485_n

“(…)No entanto é nas melodias e em certos momentos de pura harmonia sonora que conseguimos os momentos mais memoráveis de todo o disco (…) Big Pink torna-se melhor a cada audição (…)” in Montijo Sound

 

Genes

Genes (“Homegrown, Stand Alone, Ganda Stone meu”, 2870 productions 2016).12805706_1987123834846026_90394670084929152_n

Duo formado por dois primos (Luís Teixeira e Gilson Botelho) que surgiu de uma zoeira publicada no Youtube e que viria a chamar a atenção negativa/positiva de toda a comunidade local, que ouvia Genes ir buscar beats alheios de flows renovados das suas influências (Mike El Nite, Prof Jam) para trazer canções de livre interpretação e por vezes controversas na totalidade da sua palavra. Uma compilação de demos da sua “invisible label” 2870 Productions vem agora antecipar um EP que está a ser gravado pela Cachupa Records.

 

This Attic’s Home

This Attic’s Home 12932689_1325834637443405_8149559987451711047_n

Projeto de Folk criado como desculpa para Alex Domingos apresentar ao vivo, de forma esporádica e acústica, as suas composições pop destemidas e despretensiosas, sem a pressa ou pressão de gravar algo.

Igualdade Paralela

Igualdade Paralela (Pronúncia do Olhar, 2016)12373320_544907528997535_1552004846699127514_n

Revivalistas do Pós-Punk Joy-Divish liderados por uma figura ora odiada ora amada, ora humilde ora pretensioso que se auto proclama de poeta. Gravam um primeiro EP de estreia depois do single “Gritem” ter ecoado na rádio alternativa (Antena 3).

Flare

Flare (Generate Love, 2015)0005973066_10

One-man project de Rock Psicadélico.

 

Eternal Champions

Eternal Champions (Merry Go Round, Hatsize Records 2016).13092108_471098966420044_2109175278126089282_n

Projeto de Pedro Zina (Cave Story) que nos traz canções nostálgicas, melodias fantásticas, harmonias esplêndidas… Jangle Pop do mais orelhudo possível ou como Mac DeMarco lhe chamaria de Jizz Jazz. Toda esta conversa em torno de uma faixa que vem dar frescura a todo o Pop feito em território luso e que só nos deixa ansiosos por ouvir mais faixas de onde esta veio.

 

Alex Chinaskee

Alex Chinaskee (Campo, French Sisters Records & Co 2016)12072680_187427448257151_7862968724542816110_n

Cantautor explora o amor de forma mais subtil no entanto mais explicita possível no notável “Campo”, editado pela French Sisters Experience Records & Co. Aqui Miguel grava a maioria das faixas, em tons jangle ou só psicadelismo repleto de reverb vocal e algum sentido poético na lírica mais simplista possível, tal como os seus acordes. Toca com os Camponeses, os seus hired-guns para concertos ao vivo.

 

DIA 9 DE SETEMBRO

Vircator

Vircator (At The Void’s Edge, 2016)vircator.jpg

Quarteto vai explorando mecânicas de som em tons progressivos e experimentais, sempre com uma efervescência e calma-antes-do-motim notáveis, esforços evidenciados no último registo de inicio do ano que chama a atenção dos Novos talentos Fnac 2016, cujo single “TUNGUSKA” aparece junto de nomes como Mighty Sands, Ditch Days ou Galgo… Enfim, outras figuras emergentes da cena.

 

Morning Coffee

Morning Coffee (Vinho, 2016)0006788422_10

Quarteto adolescente tem nas mãos o super-épico de 19 minutos “Vinho”, uma das explosões de criatividade mais bem recebidas do ano, para se revelarem como autênticos vanguardistas da cena já para não falar no potencial grandioso que poderá ser confirmado num longa duração de estreia.

Pangeia (Monofobia, 2016)

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Projeto de Rock espacial de Pedro Moço (Ex- Hércules), nunca fugindo ao experimentalismo, minimalismo e psicadelismo incontornável por trás deste ataque feral aos 2 dos 6 sentidos do ser humano, ora pois a audição e a perceção…

Pangeia

Old Yellow Jack

Old Yellow Jack (Glitter, 2016)1891175_715148011852541_1404542871_n

Rock espacial recheado de nebulosidade provocada por pedais delay-friendly, por cima de vocais ainda mais aéreos. “Luanda” colocou a banda no radar, desapareceu da cena para deixar outros magos do psicadelismo aparecerem (Marvel Lima, Savanna), no entanto com novo single lançado em fevereiro parece ser desta que o quarteto de Lisboa editará um muito aguardado longa duração de estreia.

Ditch Days

Ditch Days (Melbourne, 2016)11032365_1160436480633407_2220788753656879421_n

“Ditch Days nasce do desejo de dar forma ao imaginário de Guilherme Correia, José Crespo e Luís Medeiros. É numa toalha estendida na areia de uma qualquer praia californiana, durante a exibição ao ar livre de um qualquer filme de cinema dos anos 90, que nascem as melodias dreamy e indie da banda lisboeta.” In Made In Portugal

O single foi produzido por Miguel Vilhena (Savanna) e masterizado por Xinobi (Bruno Cardoso). Ditch Days é um dos novos Talentos Fnac 2016 e o seu disco de estreia é editado em Setembro.

 

The Crying Grapes

Crying Grapes (Sinceramente, Feedback Productions 2016)11150721_1603407406541270_2193791406056304336_n

Banda de Hard rock do Montijo tem um EP gravado pela Feedback Productions, apoiados pelo homem mais carismático da vila, o Sr. Martim José, que os leva para o seu histórico estúdio para gravarem “Sinceramente”, único registo até à data.

 

PISTA

Pista (Bamboleio, Pontiaq 2015)12088479_893480167405790_3321598601920802178_n

“”Bamboleio” faz-se soar de forma intensa, nostálgica e o mais característica possível, condensada por riffs rasgados, baterias frenéticas e difíceis de conter e essa ilusão do baixo (há uns tempos sustentada por Nick Suave) destingue Pista dos demais em território Punk (ou qualquer outra fusão relacionada).”Bamboleio” é um álbum rock. Repleto de singles, prima pela consistência das faixas que a cada audição reinventam-se em algo novo, como se tratasse de um feitiço ou uma boa maldição.” in Montijo Sound

 

Grand Sun

Grand Sun (Apolo, Xita Records, 2016)grand sun

Uma das mais elogiadas bandas da Xita Records, a única da editora que chega até ao Indieota Festaval. “Banda evoca todo um psich ácido de finais de anos 60 com um twist moderno” in Montijo Sound.

 

ExGenesis

ExGenesis (What of men’s hearts, 2016)exgenesis

Projeto noise de Francisco Carvalho, jovem do Montijo que fará a sua primeira aparição no Indieota Festaval. Dificil de compreender as suas influências, mas ExGenesis é sem dúvida um projeto original e interessante, um dos pontos experimentais a não perder no festival.

 

10 DE SETEMBRO

 

Postcards from Wonderland

Postcards From Wonderland (Postcards From Wonderland, 2015)12316569_1695695354016955_8729229719839733992_n

Trio de Garage do Barreiro capta a efervescência dos Wire, o minimalismo dos Ramones e um frontman com os vocais desengonçados de Johnny Rotten, tudo misturado com uma atitude desinteressada e um mantra de vida “Se acontecer, acontece”.

 

Treehouses 2290

Treehouses 2290 (The Difference Between a House and a Home, Pontiaq 2016)11391192_1088958894452308_6407455874014630649_n

“Treehouses 2290 são uma das bandas mais peculiares do cenário. Sem recorrer ao uso abusivo da distorção de cordas, a banda acha um equilíbrio perfeito entre o ruído e a paz sonora, numa conjugação de sons que dão maturidade e independência à banda.” in Montijo Sound

 

800 Gondomar

800 Gondomar (Circunvalação, 2016)12122405_746295215496628_2412716116415469464_n

Punksters garageiros de Rio Tinto têm nas mãos um dos EP’s mas ruidosos da cena, o caótico “Circunvalação”, que os coloca em palcos bem maiores que o Porta 253.

The Sunflowers

The Sunflowers (Hasta la Pizza/Rest in Pepperoni, 2016)0005127007_10

“The Sunflowers, duo de garage rock em (merecida) ascensão…” in Público

Clementine

Clementine (Monga, 2015)a0462152798_16

Riot girls de Lisboa inventam um Lo-fi garageiro minimalista, provocador, ácido e distorcivo, fabricado por duas deusas do garage tuga (Shelley e Helena, ex’s-Dirty Coal Train) que precisam de um longa-duração com este nome para se tornarem por fim imortais.

The Electric Howl

The Electric Howl (The man with the delicate hands, 2016)13263873_854050708032979_4430099100009727927_n

Newcomers estão a gravar um EP.

Lyrical Minds

Lyrical Minds (Cães de Rua, 2016)12832577_930184060428987_4168664754074820469_n

Revivalistas do Nu-Metal devem ser a única banda em Portugal a fazê-lo com a mesma genica que os seus peers em finais de anos 90. Essa energia e apetência lírica fizeram-nos pisar palcos maiores que a própria banda em si, como o Avante ou o tão galardoado e reconhecido a nível europeu Nos Alive.

 

Panado

Panado (Épê, 2015)11207339_1490673444569513_3374077870578826706_n

“Trio de Lisboa que se deixa envolver com o psicadelismo e o garage sem ter sequer construído uma ponte sobre ambas.” In Montijo Sound

FUGLY

FUGLY ( Waste My Time, 2016)
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A banda de Pedro Feio é detentora de um álbum, Morning After, e um single, Waste My Time, trabalhos que se incorporam no garage/punk rock portuense. Em julho percorrem o país na Small Favours Tour e marcam presença dia 10 de Setembro no Indieota Festaval, logo depois de tocarem no Indie Music Fest.